16/02/2012

Acesso!

Estas garras que ferem a minha fera!

Demons se é para sangrar ( eis a imposição) que seja amor!!

Se vai doer...que seja amor!

Se vai corroer... que seja amor!

Se vai andar, avançar ou recuar...que seja amor!

Epa...se vai acontecer ...então que seja amor!

05/02/2012

Rasgo de ferro

"Há sonhos que devem permanecer nas gavetas, nos cofre, trancados até o nosso fim. E por isso passíveis de serem sonhados a vida inteira". Hilda Hilst

Mas há sonhos que nos rasgam. Hoje sinto-me novamente perdida nesta trilha de ferragens e o comboio não passa... o sonho não chega, o antigo não morre e o circo da vida não me acena da janela...porque a janela do comboio da vida ainda não passou por esta trilha de ferragens...

E o comboio não passa...

01/02/2012

O problema da comunicação


Não é entoativa,é monocórdica, pouco acertiva, sem paixão... Ora cá está, again, a emoção que engloba cada vez mais e universalmente o problema de muita boa gente, empresas, economia e o que demais "vous" aprouver incluir.Problema do sistema educativo em geral e do psiquico de cada um em particular.

O problema comunicativo é pois um problema de apaixonamento.

A comunicação verbal ou não verbal; oral ou escrita deves ser apaixonada, sofrer de paixão e não se redimir à paixoneta! ( palavrinha nefasta que me causa utricária)
Quem comunica de ferroa ao peito e calor de paixão fá-lo de forma exacerbada, em tom alto e rápido e o comum tende a renegar. Odeio a normalidade.

Conclusão matam o orador pelo desânimo e muito por conta do problema psiquico que corrói o comun.

Questão da paixão à parte, mais do que a normalidade, enjoa-me a normalidade associada à pobreza.E no fundo o problema volta a ser a comunicação.

Ontem entrei no wc do Isel, depois de concluir mais um dos exames. Vislumbro uma montruosidade de comunicação. Havia rascunho para todo o mau gosto possivel: pedidos de socorro para um corção sofrido; frases de vocabulo escasso e pobre, de calão horribillis para entoar as mais variadas ofensas;anuncios de satisfação rápida com a pior criatividade sexual possivel. Terminando numa manifestação de liberdade que me espantou e entordeceu, passo a citar "fiz sexo anal no ISEL e os guardas a dormir." O comentário que me veio à mente, enquanto o escotro refilava,BOA! Enfim...a sexualidade não é uma revolução e enquanto a consignarmos a tabus a liberdade não insurgirá.

Alunos universitário estamos com um prolblema de comunicação e de frontalidade, assistido por uma enorme ausencia de ideias, good ideias!!Falta vos paixão pela comunicação e tem o vosso consciente com deficit de noção de belo.

Sugestão: usem a imagem em anexo para ralar de vez a porcarioa fisiológica e a mental. Que pobreza começa a ser uma epidemia grave. Falem de amor com amor, de sexo com originalidade criativa( uma boa imagem promove optimos orgasmos, façam se livres com atitudes de coragem, usem a arte poética para decorar o mundo. Deixem o oviculo de defecar livre de tanta porcaria, já basta a efectiva. Querem partilhar...partilhem com classe!

UFA..." O que é um facto é que esta vida é um wc onde se aborrece uma alma sensível"

29/01/2012

A história de cada um é a história dos seus medos

Deixou me a pensar demoradamente!
A coesão entre a coragem e a vontade traçam o caminho positivo. O medo de cada momento traça as escolhas mas também deixa na memória as belezas. A beleza da tristeza é um estado verdadeiro e constroie as histórias de cada um. São os continuos medos e as frustações que nos fazem desejar a felicidade... Que a tornam especial..
O desejo surge na medida do estado de cedência da alma, diria do estado de vulnerabilidade de cada um...Se é a atitude correcta?! não será, mas é ela que permite os grandes romances e histórias entrosadas na alma.
Esse medo vulnerável que desperta continuadamente o desejo.

26/01/2012

Hoje é assim desta forma...

Para os que me acompanham à socapa, por estas redes sociais..tenho a dizer que detesto o nevoeiro, mais ainda detesto qd aparece o sol, mas ele é frio e gélido. Termino a referir que me encontro com um humor absolutamente, e diria, estupidamente insuportável. Devo isto às ruas de Lisboa que hoje se esqueceram de sorrir e me alegrar. Digo isto às árvores que me fizeram ter frio e ao raio do técnico do multibanco que preencheu

a manhã com a visão do homem rasca, arrotador de profissão e escarrador nas horas vagas...

08/01/2012

Essência

Não é novidade nenhuma que teimo em ser eu própria mesmo que nada nem ninguém no mundo compreenda a essência do meu ser e daquilo que é a minha forma de viver esta vida.

Teimo e teimarei e não o faço por teimosia mas por pura convicção e porque quero ser um poço de vivências que enriqueçam a minha a alma. Pois os erros mais do que as virtudes são os pilares que fazem ascender a pessoa enquanto real pessoa. Não pretendo modificar a convicção humana, tenho a certeza que o quinto império, como diria Fernando Pessoa é mais do que necessário. Ele um homem de vícios aclamado e no fundo das mais sólidas consciência. de si próprio.

Aceito em pleno a vida e percurso de cada pessoa mesmo que não me identifique meramente, mas não sou ou serei julgadora, cada um traça a sua rota RUMO À FELICIDADE. Se me pedissem um conselho diria para serem sempre e indissoluvelmente felizes.

Mas enfim conclusões que tiro da vida e do mundo, enumero algumas frases de genialidades:



" O mundo recompensa mais as aparências de mérito do que o próprio mérito"



Todos julgam segundo a aparência e ninguém segundo a essência"



" Os ignorantes julgam a interioridade a partir da exterioridade"



"Muitos escondem a sua maldade sobre a riqueza e outros a sua miserável pobreza de alma sobre a opulência de valores ."



" Sobre vestes rasgadas mostram-se os pequenos vícios, mas sobre as vestes de cerimónia surgem todos os vícios e defeitos."



E continuo a crer que o louco pode ser o mais sano nesta sociedade de hipocrisias e onde ninguém é verdadeiramente feliz por ter de cumprir dogmas sociais. Eu cumpro o meu dogma: viver e ser feliz. E ser feliz para mim é caminhar ate aos limites e experienciar o conhecimento de mim própria, não me escondo em sobriedades ridículas porque isso seria anular o meu objectivo supremo.



E fica para todos que o maior problema e único que nos deviam preocupar era ser e viver em felicidade e não fingindo perante nós próprios que somos felizes.



Aceitem a diversidade e diferença da essência de cada pessoa como a riqueza e beleza dessas pessoas. Porque desta passagem leva-se somente a vida que se teve. E a consciência de que a felicidade é uma construção interior onde nós somos a causa e efeito da mesma e para a qual não concorrem culpas alheias. os nossos fracassos são nossos , as nossas vitorias são nossas.

Paradise

Paradise : uma utopia que todos desejamos desde sempre. De Ulisses a Anne Frank. O poder da sua obtenção reside na criatividade e ela prevê a imortalidade do sonho. O sonho deve acompanhar-nos.O sonho acompanha-me... Tenho em mim uma vida complexa e trágica. A origem da minha tragédia é como a de Nietzsche: a música.Lembro do teatro grego em Barcelona, que me protagonizou orgulhosa da minha vida. Rodopiei nele como no palco da vida e pedi que fosse fácil, que tivesse sempre vontades... aceitei a imperfeição. Aprendo a encantar me com o natural e com o que a "janela" me mostra.

Existirão as coisas, que são efectivamente vagas coisas. A Vida pede-me que a cative e eu sigo por entre as coisas e sem a certeza das coisas que quero largar. Apetece-me o chão, rastejar e absorver...também me apetece vaguear. Fazer pinos hilariantes, renegar o sol e entender-me com a lua. Quero encontrar a verdade na natureza, como na lenda do girassol, que se ilumina de dia para, em verdade, chorar à noite a sua alma.

A face rosada da vida seria o meu paraíso...calculo que o de todos. Mas sei que a beleza está nas dores consagradas nas rugas cruzadas da face.

Em 2012 quero continuar a saber e a viver a beleza, pelas trilhas das desventuras, das complexidades. Porque as histórias que se eternizam são as aliadas do sofrimento. É de resto por isso que Romeu e Julieta é um clássico, falamos de Júlio César e Cleópatra, lembramos as tragédias gregas e os escritores surrealistas...

E tu?! Queres uma vida rosada ou a beleza tragicamente densa?