Para os que me acompanham à socapa, por estas redes sociais..tenho a dizer que detesto o nevoeiro, mais ainda detesto qd aparece o sol, mas ele é frio e gélido. Termino a referir que me encontro com um humor absolutamente, e diria, estupidamente insuportável. Devo isto às ruas de Lisboa que hoje se esqueceram de sorrir e me alegrar. Digo isto às árvores que me fizeram ter frio e ao raio do técnico do multibanco que preencheu
a manhã com a visão do homem rasca, arrotador de profissão e escarrador nas horas vagas...
26/01/2012
08/01/2012
Essência
Não é novidade nenhuma que teimo em ser eu própria mesmo que nada nem ninguém no mundo compreenda a essência do meu ser e daquilo que é a minha forma de viver esta vida.
Teimo e teimarei e não o faço por teimosia mas por pura convicção e porque quero ser um poço de vivências que enriqueçam a minha a alma. Pois os erros mais do que as virtudes são os pilares que fazem ascender a pessoa enquanto real pessoa. Não pretendo modificar a convicção humana, tenho a certeza que o quinto império, como diria Fernando Pessoa é mais do que necessário. Ele um homem de vícios aclamado e no fundo das mais sólidas consciência. de si próprio.
Aceito em pleno a vida e percurso de cada pessoa mesmo que não me identifique meramente, mas não sou ou serei julgadora, cada um traça a sua rota RUMO À FELICIDADE. Se me pedissem um conselho diria para serem sempre e indissoluvelmente felizes.
Mas enfim conclusões que tiro da vida e do mundo, enumero algumas frases de genialidades:
" O mundo recompensa mais as aparências de mérito do que o próprio mérito"
Todos julgam segundo a aparência e ninguém segundo a essência"
" Os ignorantes julgam a interioridade a partir da exterioridade"
"Muitos escondem a sua maldade sobre a riqueza e outros a sua miserável pobreza de alma sobre a opulência de valores ."
" Sobre vestes rasgadas mostram-se os pequenos vícios, mas sobre as vestes de cerimónia surgem todos os vícios e defeitos."
E continuo a crer que o louco pode ser o mais sano nesta sociedade de hipocrisias e onde ninguém é verdadeiramente feliz por ter de cumprir dogmas sociais. Eu cumpro o meu dogma: viver e ser feliz. E ser feliz para mim é caminhar ate aos limites e experienciar o conhecimento de mim própria, não me escondo em sobriedades ridículas porque isso seria anular o meu objectivo supremo.
E fica para todos que o maior problema e único que nos deviam preocupar era ser e viver em felicidade e não fingindo perante nós próprios que somos felizes.
Aceitem a diversidade e diferença da essência de cada pessoa como a riqueza e beleza dessas pessoas. Porque desta passagem leva-se somente a vida que se teve. E a consciência de que a felicidade é uma construção interior onde nós somos a causa e efeito da mesma e para a qual não concorrem culpas alheias. os nossos fracassos são nossos , as nossas vitorias são nossas.
Teimo e teimarei e não o faço por teimosia mas por pura convicção e porque quero ser um poço de vivências que enriqueçam a minha a alma. Pois os erros mais do que as virtudes são os pilares que fazem ascender a pessoa enquanto real pessoa. Não pretendo modificar a convicção humana, tenho a certeza que o quinto império, como diria Fernando Pessoa é mais do que necessário. Ele um homem de vícios aclamado e no fundo das mais sólidas consciência. de si próprio.
Aceito em pleno a vida e percurso de cada pessoa mesmo que não me identifique meramente, mas não sou ou serei julgadora, cada um traça a sua rota RUMO À FELICIDADE. Se me pedissem um conselho diria para serem sempre e indissoluvelmente felizes.
Mas enfim conclusões que tiro da vida e do mundo, enumero algumas frases de genialidades:
" O mundo recompensa mais as aparências de mérito do que o próprio mérito"
Todos julgam segundo a aparência e ninguém segundo a essência"
" Os ignorantes julgam a interioridade a partir da exterioridade"
"Muitos escondem a sua maldade sobre a riqueza e outros a sua miserável pobreza de alma sobre a opulência de valores ."
" Sobre vestes rasgadas mostram-se os pequenos vícios, mas sobre as vestes de cerimónia surgem todos os vícios e defeitos."
E continuo a crer que o louco pode ser o mais sano nesta sociedade de hipocrisias e onde ninguém é verdadeiramente feliz por ter de cumprir dogmas sociais. Eu cumpro o meu dogma: viver e ser feliz. E ser feliz para mim é caminhar ate aos limites e experienciar o conhecimento de mim própria, não me escondo em sobriedades ridículas porque isso seria anular o meu objectivo supremo.
E fica para todos que o maior problema e único que nos deviam preocupar era ser e viver em felicidade e não fingindo perante nós próprios que somos felizes.
Aceitem a diversidade e diferença da essência de cada pessoa como a riqueza e beleza dessas pessoas. Porque desta passagem leva-se somente a vida que se teve. E a consciência de que a felicidade é uma construção interior onde nós somos a causa e efeito da mesma e para a qual não concorrem culpas alheias. os nossos fracassos são nossos , as nossas vitorias são nossas.
Paradise
Paradise : uma utopia que todos desejamos desde sempre. De Ulisses a Anne Frank. O poder da sua obtenção reside na criatividade e ela prevê a imortalidade do sonho. O sonho deve acompanhar-nos.O sonho acompanha-me... Tenho em mim uma vida complexa e trágica. A origem da minha tragédia é como a de Nietzsche: a música.Lembro do teatro grego em Barcelona, que me protagonizou orgulhosa da minha vida. Rodopiei nele como no palco da vida e pedi que fosse fácil, que tivesse sempre vontades... aceitei a imperfeição. Aprendo a encantar me com o natural e com o que a "janela" me mostra.
Existirão as coisas, que são efectivamente vagas coisas. A Vida pede-me que a cative e eu sigo por entre as coisas e sem a certeza das coisas que quero largar. Apetece-me o chão, rastejar e absorver...também me apetece vaguear. Fazer pinos hilariantes, renegar o sol e entender-me com a lua. Quero encontrar a verdade na natureza, como na lenda do girassol, que se ilumina de dia para, em verdade, chorar à noite a sua alma.
A face rosada da vida seria o meu paraíso...calculo que o de todos. Mas sei que a beleza está nas dores consagradas nas rugas cruzadas da face.
Em 2012 quero continuar a saber e a viver a beleza, pelas trilhas das desventuras, das complexidades. Porque as histórias que se eternizam são as aliadas do sofrimento. É de resto por isso que Romeu e Julieta é um clássico, falamos de Júlio César e Cleópatra, lembramos as tragédias gregas e os escritores surrealistas...
E tu?! Queres uma vida rosada ou a beleza tragicamente densa?
Existirão as coisas, que são efectivamente vagas coisas. A Vida pede-me que a cative e eu sigo por entre as coisas e sem a certeza das coisas que quero largar. Apetece-me o chão, rastejar e absorver...também me apetece vaguear. Fazer pinos hilariantes, renegar o sol e entender-me com a lua. Quero encontrar a verdade na natureza, como na lenda do girassol, que se ilumina de dia para, em verdade, chorar à noite a sua alma.
A face rosada da vida seria o meu paraíso...calculo que o de todos. Mas sei que a beleza está nas dores consagradas nas rugas cruzadas da face.
Em 2012 quero continuar a saber e a viver a beleza, pelas trilhas das desventuras, das complexidades. Porque as histórias que se eternizam são as aliadas do sofrimento. É de resto por isso que Romeu e Julieta é um clássico, falamos de Júlio César e Cleópatra, lembramos as tragédias gregas e os escritores surrealistas...
E tu?! Queres uma vida rosada ou a beleza tragicamente densa?
18/10/2011
Status/Essência
Se status é um posto social dotado de honra e posição social existem todavia estigmas que afectam negativamente o mesmo. E ai a frase Nietzschiana " Ser o que és" perde contornos de exito social.
Mais digo que o status de hoje se revela não na autenticidade e essência( esta palavra cada vez mais perdida como Atlanta) a prestigiar mas na aparência formal, adequada e com carteiras recheadas...
Meus caros hoje ter uma relação e apaixonar-se é um dos requisititos para se ter status, logo o mundo hoje impera em relações desprovidas de paixão e de essência( e repito a palavra) mas com o devido status.
Nesta actualidade cada vez mais decadente, mas "rica" em status, a estranheza profunda e densa com real sumo de existência é um parasita a extreminar...O racismo chegou à mente! Mas meus caros "status", o racismo é próprio de pessoas pouco elevadas! A nova burguesia surge hoje outra vez, adquirindo agora status!! Homens e mulheres de status, qual parada militar coordenada e a matar a verdade do ser. A sociedade dos pavões vinga...Hoje pelo menos... Porque o "quinto império " chegará!
Exmº donos do status,vocês, vivem e vivemos todos a problemática do reconhecimento, a equação entre a transparência do eu a si mesmo e aos outros. A dicotomia do "amor próprio" e do "amor de si".
Os do "alto" status perderam esses "amores" À MUITO!
Fiquem também cientes que quem desconhece a matéria jamais a poderá produzir...
E acerca desta coisa de status termino com esta...
Rousseau dizia que vivemos em duas vezes: uma para existirmos e outra para vivermos.Pois a sociedade dos status resolveu existir e deixou de viver!!
Mais digo que o status de hoje se revela não na autenticidade e essência( esta palavra cada vez mais perdida como Atlanta) a prestigiar mas na aparência formal, adequada e com carteiras recheadas...
Meus caros hoje ter uma relação e apaixonar-se é um dos requisititos para se ter status, logo o mundo hoje impera em relações desprovidas de paixão e de essência( e repito a palavra) mas com o devido status.
Nesta actualidade cada vez mais decadente, mas "rica" em status, a estranheza profunda e densa com real sumo de existência é um parasita a extreminar...O racismo chegou à mente! Mas meus caros "status", o racismo é próprio de pessoas pouco elevadas! A nova burguesia surge hoje outra vez, adquirindo agora status!! Homens e mulheres de status, qual parada militar coordenada e a matar a verdade do ser. A sociedade dos pavões vinga...Hoje pelo menos... Porque o "quinto império " chegará!
Exmº donos do status,vocês, vivem e vivemos todos a problemática do reconhecimento, a equação entre a transparência do eu a si mesmo e aos outros. A dicotomia do "amor próprio" e do "amor de si".
Os do "alto" status perderam esses "amores" À MUITO!
Fiquem também cientes que quem desconhece a matéria jamais a poderá produzir...
E acerca desta coisa de status termino com esta...
Rousseau dizia que vivemos em duas vezes: uma para existirmos e outra para vivermos.Pois a sociedade dos status resolveu existir e deixou de viver!!
22/09/2010
Avô....
Expressões que me acompanharão para sempre...
" Escuta o que o avô vai dizer..."; " è a minha netinha...", "Esta é a flor mais bonita que criei nesta quinta..."
Não consigo escrever-te avô...não consigo dizer nada sobre ti, o homem sentado, serás mais uma Fénix, no meu coração um "pai" que viajou, vais conhecer o mundo primeiro que eu avô, nessa viagem eterna passando por todos os pontos deste planeta.
Até breve...meu vôvÕ, por como dizias esta é mesmo a lógica da vida, demasiado egoista todavia mas que fazer...ficas aqui na minha memória...nas nossas conversa que relembro em cada noite quando me deito e te vejo a sorrir, a cultivar na quinta, a regar os morangos enquanto eu os apanhava no meu cestinho...
Não te esqueças de regar esta flor para que ela n deixe de sorrir...
Abraço eterno...
" Escuta o que o avô vai dizer..."; " è a minha netinha...", "Esta é a flor mais bonita que criei nesta quinta..."
Não consigo escrever-te avô...não consigo dizer nada sobre ti, o homem sentado, serás mais uma Fénix, no meu coração um "pai" que viajou, vais conhecer o mundo primeiro que eu avô, nessa viagem eterna passando por todos os pontos deste planeta.
Até breve...meu vôvÕ, por como dizias esta é mesmo a lógica da vida, demasiado egoista todavia mas que fazer...ficas aqui na minha memória...nas nossas conversa que relembro em cada noite quando me deito e te vejo a sorrir, a cultivar na quinta, a regar os morangos enquanto eu os apanhava no meu cestinho...
Não te esqueças de regar esta flor para que ela n deixe de sorrir...
Abraço eterno...
22/07/2010
Gozo
Caminhar na brenha virgem,
ensaio de magnitude introspectiva...
Quedo num ápice e medro os braços ao solo...
Sente-se a gleba de onde venho,
as folhas, no chão, a crescerem para mim.
O dorso a mimosear-me.
Rebolando pelo desfiladeiro,
parando ali...na margem do lago,
que desenha a nossa circunstância,
e a nossa circunstância seria :
Eu e Tu,
Tu e Eu,
a humidade da terra,
a frescura da água,
o escaldar do ósculo,
a fundição,
o gozo do absurdo,
o gozo do irreal.
ensaio de magnitude introspectiva...
Quedo num ápice e medro os braços ao solo...
Sente-se a gleba de onde venho,
as folhas, no chão, a crescerem para mim.
O dorso a mimosear-me.
Rebolando pelo desfiladeiro,
parando ali...na margem do lago,
que desenha a nossa circunstância,
e a nossa circunstância seria :
Eu e Tu,
Tu e Eu,
a humidade da terra,
a frescura da água,
o escaldar do ósculo,
a fundição,
o gozo do absurdo,
o gozo do irreal.
12/07/2010
Talvez a tristeza seja fruto de má interpretação...
A vida é frágil, instável e imprevisível...ou então somos nós pessoas que a achamos assim...quanto mais penso menos sei ao certo o que será. Pecaremos nós na interpretação das linhas?
Talvez se peque...
Talvez não se dê importância ao simples e verdadeiro, querendo mais densidade...que poder-se-á tornar duro e não tão feliz quando se obter...
Mas ambicionar uma semelhança e a sintonia não é errado, é um propósito de vida...Deve ser respeitado.
O papel de quem ama é amar e fazer nota-lo..senti-lo e exprimi-lo, não se ama para dentro só...
Ama-se na harmonia e sintonia, nos sorrisos cúmplices, nas vontades semelhantes, na dedicação constante...
Ama-se quando se contempla, quando se olha com ternura, quando vivemos o outro...
Talvez o amor não seja mais do que uma interpretação que fica como dado adquirido...ou talvez seja um teorema matemático irresoluto, que obedece a constante formulações de hipóteses..
Talvez amar seja viver na irrealidade...pois a vida traduz cenários reais e objectivos, com estereótipos concretos que devem regular a vida...
Talvez por isso não o sinta porque estou embrenhada na irrealidade.
Ou viva a definição correcta e queira apenas que percebam as pessoas deste mundo que amar é um trabalho árduo de encontro ao bem estar de quem se ama, e que isso implica continuar e não manter...
Talvez a vida não seja tão instável e seja eu, pessoa nesta multidão que tende a insistir na vida como instável..em vez de preferir a vida normal, rotineira e simples.
Poderei estar triste por querer com exaustão a intensidade de uma ligação profunda,ou estar triste por ser demasiado egocêntrica..talvez..já n veja amor porque me perdi na procura sem retorno..na procura que leva ao nada...e não veja o real...
Talvez mas não sei...continuo a acreditar na união feliz e reciproca,de atitudes felizes e penetrantes, de luares de amor, de vivência de sentimentos em limite...
Talvez seja incoerente nesta minha labuta...quero uma vida de entendimento no olhar, de vivência em metade, completa no uno que duas pessoas podem formar...
Talvez se peque...
Talvez não se dê importância ao simples e verdadeiro, querendo mais densidade...que poder-se-á tornar duro e não tão feliz quando se obter...
Mas ambicionar uma semelhança e a sintonia não é errado, é um propósito de vida...Deve ser respeitado.
O papel de quem ama é amar e fazer nota-lo..senti-lo e exprimi-lo, não se ama para dentro só...
Ama-se na harmonia e sintonia, nos sorrisos cúmplices, nas vontades semelhantes, na dedicação constante...
Ama-se quando se contempla, quando se olha com ternura, quando vivemos o outro...
Talvez o amor não seja mais do que uma interpretação que fica como dado adquirido...ou talvez seja um teorema matemático irresoluto, que obedece a constante formulações de hipóteses..
Talvez amar seja viver na irrealidade...pois a vida traduz cenários reais e objectivos, com estereótipos concretos que devem regular a vida...
Talvez por isso não o sinta porque estou embrenhada na irrealidade.
Ou viva a definição correcta e queira apenas que percebam as pessoas deste mundo que amar é um trabalho árduo de encontro ao bem estar de quem se ama, e que isso implica continuar e não manter...
Talvez a vida não seja tão instável e seja eu, pessoa nesta multidão que tende a insistir na vida como instável..em vez de preferir a vida normal, rotineira e simples.
Poderei estar triste por querer com exaustão a intensidade de uma ligação profunda,ou estar triste por ser demasiado egocêntrica..talvez..já n veja amor porque me perdi na procura sem retorno..na procura que leva ao nada...e não veja o real...
Talvez mas não sei...continuo a acreditar na união feliz e reciproca,de atitudes felizes e penetrantes, de luares de amor, de vivência de sentimentos em limite...
Talvez seja incoerente nesta minha labuta...quero uma vida de entendimento no olhar, de vivência em metade, completa no uno que duas pessoas podem formar...
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